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Doenças e Prevenção

Hipertensão Arterial

Dr. Celso Ferreira

IntroduçãoDescriçãoDiagnósticoTratamentoBibliografia

Tratamento

Como tratar a hipertensão arterial primária?
Em que casos o tratamento medicamentoso é utilizado?
Como é o tratamento medicamentoso?
Como prevenir a hipertensão arterial?
O que acontece se a pressão alta não for tratada?

separador

Como tratar a hipertensão arterial primária?

A hipertensão arterial primária ou essencial não tem cura mas pode ser tratada para prevenir complicações. Antes da prescrição de qualquer medicamento, medidas alternativas são utilizadas:

  • Pessoas acima do peso normal são aconselhadas a reduzir o peso. - Mudanças na dieta para aqueles com diabetes, obesidade ou nível alto de colesterol também são importantes para a saúde cardiovascular.
  • Redução para menos de 2,3 gramas de sódio ou 6 gramas de cloreto de sódio ao dia (mantendo uma ingestão adequada de cálcio, magnésio e potássio).
  • Redução da ingestão diária de cerveja para menos de 720 ml ou menos de 300 ml de vinho ou menos de 60 ml de bebidas destiladas.
  • Exercícios aeróbicos moderados podem ajudar. Pessoas com hipertensão primária não precisam restringir as suas atividades à medida que sua pressão esteja controlada.
  • Fumantes devem parar de fumar.

Via de regra a HA primária responde facilmente à terapêutica anti-hipertensiva, e a perda do controle da pressão, também conduz à suspeita de causa secundária.

[sobe]

Em que casos o tratamento medicamentoso é utilizado?

As pessoas com hipertensão arterial alta (estágio 3) - pressão sistólica acima de 180 mm Hg e diastólica acima de 110 mm Hg, precisam receber tratamento medicamentoso imediato. Por outro lado, deve-se frisar que, o estágio 1 representado por números menores, não deve ser considerado de importância secundária, já que a maioria dos portadores de HA apresentam níveis tensionais leves, e as complicações aí incidem com maior freqüência. Portadores de diabetes mellito, mesmo quando a pressão arterial encontra-se dentro dos valores normais (pressão sistólica entre 130 e 139 mm Hg), é necessário o tratamento medicamentoso.

[sobe]

Como é o tratamento medicamentoso?

Qualquer pessoa com hipertensão arterial primária pode tê-la sob controle com uma ampla variedade de medicamentos disponíveis, mas o tratamento precisa ser adaptado a cada indivíduo. Para a grande maioria dos portadores de hipertensão arterial primária, o tratamento inicia com diuréticos ou beta bloqueadores, em geral tiazínicos, em pequenas doses. Além disso, existem indicações obrigatórias como nos casos de diabete mellito, onde os inibidores da enzima conversora da angiotensina são importantes na proteção renal ou nos portadores de insuficiência cardíaca, onde está universalmente aceita sua ação benéfica diferenciada, tanto na melhora funcional, quanto nas complicações e sobrevida.
Os medicamentos utilizados são:
  • Tiazida (diurético): ajuda os rins a eliminar o sal e água, diminuindo o volume de sangue dentro do organismo e consequentemente, reduzindo a pressão. Os diuréticos também fazem com que os vasos sangüíneos se dilatem. Provocam perda de potássio através da urina e algumas vezes pode ser necessário um suplemento de potássio ou um medicamento que retenha o potássio no organismo.
  • Bloqueadores adrenérgicos: grupo de drogas que inclui os alfa-bloqueadores, os beta-bloqueadores e os alfa-beta-bloqueadores. Atuam bloqueando o sistema nervoso simpático, responsável pela rápido aumento de pressão em resposta ao estresse.
  • Inibidores de enzimas conversoras de angiotensina e bloqueadores de angiotensina II: são antagonistas de cálcio e vasodilatadores. Reduzem a pressão dilatando as artérias.
  • Antagonistas de cálcio e vasodilatadores diretos: reduzem a pressão dilatando os vasos sangüíneos.

[sobe]

Como prevenir a hipertensão arterial?

A melhor maneira de prevenir é através de "modificações do estilo de vida". Embora eficaz, envolve maior empenho do paciente e a efetiva participação familiar, no que diz respeito à dieta alimentar e estímulo à adoção dessas medidas:

  • A redução do peso é indicada em todas as condições em que a massa corpórea estiver em níveis superiores aos índices definidos pela equação: Peso (Kg) > 30 S (m2) (onde o peso é expresso em quilogramas, e a superfície corpóreas em metros quadrados). A redução da massa corpórea pode promover a diminuição da pressão arterial e diminuir o risco de diabetes mellito e de dislipidemia (alteração do nível de colesterol e triglicérides).
  • O álcool pode causar aumento da resistência periférica das paredes arteriais e por isso elevar a pressão arterial e até torná-la refratária ao controle. Desta forma, a ingestão deve ser reduzida a no máximo 30 ml de etanol ao dia, o correspondente a 720 ml de cerveja, ou 300 ml de vinho, ou 60 ml de bebidas destiladas. Por diferenças de capacidade enzimática, as mulheres toleram menores quantidades de álcool, sendo recomendável não excederem a 15 ml de etanol ao dia.
  • As atividades físicas aeróbicas contribuem de modo inegável à redução da mortalidade. A prática por 30 a 45 minutos diários ajuda a redução do peso corpóreo e o controle das dislipidemias. Sabe-se que os indivíduos sedentários têm probabilidades de apresentarem hipertensão arterial elevadas em 20 a 50%.
  • Existe larga variação de resposta à ingestão de sódio, mas há inegável associação com os níveis de pressão arterial. Não resta dúvida na vantagem na moderação, incluindo melhora na resposta ao tratamento anti-hipertensivo.

[sobe]

O que acontece se a pressão alta não for tratada?

Aumenta os riscos da pessoa desenvolver problemas no coração, tais como falência do coração ou ataque cardíaco, problemas nos rins e derrame.

Pressão alta é o fator de risco mais importante para o derrame. É também um dos três fatores de risco para ataque do coração (enfarte do miocárdio) - os outros dois são fumo e nível alto de colesterol no sangue. Sem tratamento, menos do que 5% das pessoas com hipertensão maligna pode sobreviver mais de um ano.

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Atenção: As informações contidas neste site têm caráter informativo e não devem ser utilizadas para realizar auto-diagnóstico, auto-tratamento ou auto-medicação. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

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