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Doenças e Prevenção

Artrite Reumatóide Juvenil

Profa. Dra. Maria Odete Esteves Hilário

Introdução Descrição Diagnóstico Tratamento Bibliografia

Tratamento

Como é o tratamento?
Como é feito o tratamento medicamentoso?
Existem medicamentos novos para o tratamento da doença?
Quando parar o tratamento?
Quais são os cuidados com a alimentação?
Qual a importância da atividade física?
Qual o papel da família?

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Como é o tratamento?

Para que não ocorram prejuízos maiores para as crianças, elas deverão ser encaminhadas o mais rápido possível para o reumatologista pediátrico que é o especialista que maior experiência tem no tratamento e acompanhamento da doença. A criança é um ser em crescimento e desenvolvimento, que poderá sofrer conseqüências permanentes diferentes das encontradas nos adultos.

Toda criança com o diagnóstico de artrite reumatóide juvenil deverá ser tratada com medicações e ser encaminhada para a fisioterapia desde o início do diagnóstico. Se possível ter a ajuda de uma terapeuta ocupacional, nutricionista e, quando necessário, de uma psicóloga.

[sobe]

Como é feito o tratamento medicamentoso?

O tratamento medicamentoso inicial depende do tipo de comprometimento que a criança apresenta.

a) Artrite:

Se o comprometimento for de poucas articulações e não estiverem incluídas articulações de mau prognóstico, como as coxofemurais e punhos, costuma-se utilizar apenas os antiinflamatórios não-hormonais por um período de 3 a 4 semanas para avaliar a resposta clínica. Quando essa medida não se apresentar satisfatória pode ser necessária a introdução de uma segunda medicação, que varia de acordo com a experiência do especialista.

Entretanto, quando a criança apresentar desde o início várias articulações comprometidas, pode ser necessária a introdução precoce de uma medicação mais potente como o metotrexato.

b) Manifestações sistêmicas:

Nos casos em que as manifestações são predominantemente sistêmicas, com comprometimento do pericárdio ou febre persistente não responsiva aos antiinflamatórios, é necessária a utilização dos corticosteróides em doses altas.

É importante salientarmos que os corticosteróides não são medicações de escolha para o tratamento da artrite, ou seja, do comprometimento articular. Na medida do possível evitamos a sua introdução.

c) Complicações oculares:

Nos casos de comprometimento ocular, é recomendado o uso de colírios e o acompanhamento periódico com o oftalmologista. Se o processo inflamatório persistir poderá ser necessária a utilização do corticosteróide por via oral ou até mesmo de medicações imunossupressoras.

[sobe]

Existem medicamentos novos para o tratamento da doença?

Medicações novas estão surgindo para o tratamento de pacientes com artrite crônica, entretanto, muito poucas têm sido estudadas em crianças. O etanercept é uma das medicações que está sendo avaliada na artrite reumatóide juvenil, porém somente para os pacientes com os tipos sistêmico ou poliarticular que não responderam às medicações habituais. Embora preliminares, os resultados têm sido bastante animadores.

[sobe]

Quando parar o tratamento?

A duração do tratamento é sempre imprevisível e irá depender da resposta do paciente às medicações e à fisioterapia. Aproximadamente 50% dos pacientes mantém alguma atividade da doença após um período de evolução de 5 a 10 anos. Nesses casos o tratamento deverá ser mantido até que se obtenha a remissão clínica e laboratorial, ou seja, até que a criança não tenha mais sinais de atividade da doença por pelo menos um ano.

[sobe]

Quais são os cuidados com a alimentação?

Atenção especial deve ser dada à alimentação do paciente com artrite reumatóide juvenil. São freqüentes os distúrbios nutricionais determinados tanto pela doença crônica como por erros alimentares conseqüentes do próprio desconhecimento da família sobre as necessidades nutricionais da criança.

É importante que, na medida do possível, a família de um paciente com artrite reumatóide juvenil tenha a orientação de uma nutricionista, pelo menos inicialmente. A dieta dessas crianças deverá ser balanceada, com aporte protéico, calórico, de oligoelementos e de ferro, adequado às necessidades de um ser em crescimento e com uma doença inflamatória crônica.

[sobe]

Qual a importância da atividade física?

A atividade física deverá ser estimulada em todos os casos, pois ela é essencial para manter a função articular. A criança com artrite reumatóide juvenil não deve ficar parada e muito menos restrita ao leito.

A restrição nas suas atividades pode ocorrer especialmente no início do quadro, pela presença da dor. Mesmo assim, a criança deve ser estimulada a andar e a participar especialmente das atividades de fisioterapia e quando possível de terapia ocupacional.

Embora possam haver inúmeras dificuldades na vida diária de alguns dos pacientes, como por exemplo na escola (a curiosidade e discriminação dos colegas, ter de subir a escada para chegar na sala de aula, não poder correr no recreio etc.), eles deverão ser estimulados a manter as atividades normais de uma criança. Muitas vezes, é necessário o apoio dos professores e da própria orientadora educacional para que as dificuldades não se tornem muito pesadas para a criança e a façam desistir do convívio social.

[sobe]

Qual o papel da família?

O papel da família é fundamental para a melhor evolução da criança. O apoio e o amor dos pais são o suporte necessário para que se sinta segura e capaz de superar a doença e as limitações impostas por ela. Entretanto, os pais deverão ficar atentos para não confundirem amor com culpa e superproteção, que só dificultarão a evolução do paciente.

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Atenção: As informações contidas neste site têm caráter informativo e não devem ser utilizadas para realizar auto-diagnóstico, auto-tratamento ou auto-medicação. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

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