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Notícias Junho 2009

Ingerir bebidas alcoólicas moderadamente libera endorfinas no cérebro
Alcoholism: Clinical & Experimental Research, 01/06/2009

Os cientistas sabem que o álcool afeta o cérebro mas os detalhes permanecem obscuros. Uma possibilidade é que o álcool pode alterar a liberação e síntese de peptídeos opióides endógenos - endorfinas, encefalinas e dinorfinas - em regiões distintas do cérebro importantes para a dependência às drogas.

Pela primeira vez, um estudo com roedores confirmou que níveis baixos a moderados de álcool alteram a liberação de beta- endorfinas no meio do cérebro/área tegmental ventral (VTA), produzindo os efeitos prazerosos que reforçam o consumo do álcool. Algumas das funções dos peptídeos opióides são similares àquelas da morfina, explicou Christina Gianoulakis, professora no departamento de psiquiatria e fisiologia na McGill University. "De forma similar à morfina, os peptídeos opióides endógenos podem induzir a analgesia e um efeito eufórico leve, reduzir a ansiedade e conduzir a uma sensação de bem estar geral. Portanto, a maior liberação de peptídeos opióides endógenos em resposta à bebida pode ser parcialmente responsável pela euforia leve e pelos efeitos ansiolíticos associados com consumo baixo a moderado de álcool".

"Os opióides cerebrais naturais foram envolvidos em várias funções fisiológicas tais como dor e prazer", acrescentou Dzung Anh Le, cientista sênior no Centre for Addiction and Mental Health, University of Toronto. Há muito tempo que se acredita que o álcool libere esses peptídeos mas, até então, a única maneira de se confirmar essa hipótese era fazer experimentos utilizando amostras de tecidos e as descobertas de tais estudos eram indiretas e ofereciam interpretações extremamente limitadas".

Le disse que os pesquisadores suspeitavam que a dopamina era um composto químico cerebral chave em um dos caminhos mais citados como possivelmente envolvido da adicção de álcool e drogas, o VTA.

"Um mecanismo pelo qual o álcool produz seus efeitos eufóricos e de recompensa é por meio da estimulação de peptídeos opióides naturais no VTA, que consequentemente ativa a dopamina neste caminho crítico", disse Le. "Até agora, ninguém conseguiu responder se o álcool é capaz de desencadear a liberação de opióide no VTA".

Os pesquisadores injetaram em ratos Sprague-Dawley machos com uma solução salina ou álcool (0.8, 1.2, 1.6, 2.0, and 2.4 gramas álcoool/kg de peso corporal).

"Descobrimos que doses baixas a moderadas de álcool aumentam a liberação de betaendorfinas no VTA, uma das regiões cerebrais importantes para mediação do efeito de recompensa do álcool, mas o mesmo não acontece com altas doses. A mesma dosagem que aumentou a liberação de betaendorfinas no VTA não teve efeito significativo na liberação de encefalinas e dinorfinas, outras duas famílias de opióides endógenos examinados no estudo".

Gianoulakis ressalta que apenas doses baixas a moderadas de álcool estão associadas com euforia leve, diminuição da ansiedade e sensação de bem estar. Por outro lado, altas doses de álcool induz efeitos sedativos e hipnóticos e muitas vezes aumenta a ansiedade, ao invés de diminui-la.


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